Dia das Mães 2012 – Fertilivitá – Peça criada para um querido cliente.

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FERTILIVITA HOMENAGEM DIA DAS MÃES 2012

Peça de relacionamento em homenagem ao Dia das Mães 2012 criada para Fertilivitá Reprodução Humana

Branding, Logotipia & Identidade Visual, Design Estratégico

Você já ouviu falar de SocialCommerce? Ele chegou!

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Sonho de consumo de qualquer marca que se presa, da pequena fábrica de qualquer coisa que você imaginar à renomadas marcas como coca-cola, a possibilidade de se fazer presente no lugar e hora exatos onde seu potencial cliente está, vem ganhando terreno mais do que fértil com as redes sócias, mesmo que ainda muito poucos consigam tirar vantagens como por exemplo a melhora da performance financeira e outros “n” inquestionáveis motivos como o de poder fazer parte, e de verdade, da vida do consumidor, o de ampliar o “recall” ou lembrança que este consumidor tem da marca, a chance de tornar tangível os atributos essenciais de seus produtos ou serviços, o de ampliar ou reformular a percepção que usuários tem a seu respeito, além de poder praticar o relacionamento de maneira efetiva e relevante, sem contar a oportunidade de ser reputado de modo viral, onde um único usuário satisfeito tem o poder de impactar e sensibilizar espontaneamente toda a sua rede de amizade num único clique.
A invenção de Mark Zuckerberg vem mostrando que está só no começo e aparenta ter fôlego de sobra para aproximar não só pessoas, mas sobretudo marcas de pessoas. Se você se lembrar, até muito pouco tempo atrás a politica do Facebook coibia o uso comercial da rede, proibindo textualmente em suas condições de uso a utilização dos perfis pessoais por empresas, marcas, produtos e serviços. Parece mesmo que Zuckerberg atirou no que viu e atingiu também o que não viu. Isto motivou a criação das chamadas FanPages ou Páginas de Fans que nada mais são do que páginas com vocação corporativa e/ou comercial, com o nítido propósito de aproximar marcas de pessoas através da convivência digital e do relacionamento.
Neste contexto para lá de dinâmico aparece o conceito de Social Commerce, onde lojas virtuais passam a ter presença em redes como o Facebook, não somente para divulgar suas marcas, mas sim proporcionar a experiência toda de compra sem sair do ambiente e com toda a segurança, exatamente por trazer o e-commerce e toda sua estrutura para dentro do ambiente Facebook.
Ainda é cedo para saber se o Social Commerce vai decolar ou não, entretanto esta é uma aposta apoiada no fato de que estamos na era do compartilhamento onde cada vez mais, dividimos nossas experiências e opiniões de consumo com todos na rede e que quando o assunto é compra de algo, costumamos antes pedir opinião aos amigos e conhecidos.
Por falar em opinião, a minha é que mantida a segurança on-line digna de uma boa loja virtual, decolar é apenas uma questão de tempo.
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Phocus! Muita, mas muita atenção com o seu.

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Segundo o dicionário Michaellis, foco é o centro, o ponto de convergência… o ponto de reunião… o ponto em que se forma a imagem real e para onde convergem os raios da luz, depois de refratados em uma lente ou refletidos em um espelho.

Segundo Peter Drucker, o grande mestre do marketing e pai da administração moderna “a diversificação destrói a capacidade de desempenho de uma organização, seja uma empresa, um sindicato trabalhista, uma escola, um hospital, um serviço comunitário ou um templo religioso. A sociedade e a comunidade devem ser multidimensionais; são ambientes. Uma organização é uma ferramenta. E como qualquer outra, quanto mais especializada for, maior sua capacidade de desempenhar sua tarefa.”

Foco é a pedra fundamental de um negócio, e curiosamente numa rápida contabilidade, talvez tenha sido uma das recomendações que mais fiz a clientes nestes mais de 14 anos de consultoria de marketing.

Isto talvez mostre uma dificuldade comum das empresas, empresários e gestores em definir com clareza o motivo fundamental do negócio e em seguida conseguir mantê-lo todos os dias, tarefa esta tão ou mais difícil do que a primeira e que só se consegue com uma comunicação eficiente que consiga dissemina-lo por toda a instituição independente de seu tamanho, de 2 a qualquer número de colabores, de um pequeno consultório odontológico à uma grande marca de varejo ou montadora automotiva.

Sua importância é tamanha, que foi adotada como o primeiro dos P’s de Marketing, o “Phocus” da Madia Marketing Matrix desenvolvida pelo grande Professor Francisco Alberto Madia com quem tive a honra de estudar e do qual profissionalmente sou seguidor convicto. Como tecnologia, posso afirmar se tratar da mais avançada matriz de marketing da atualidade, justamente por sua abrangência que prevê doze aspectos do mercado, contra os quatro previstos no Composto de Marketing da matriz de 4 P’s criada por Jerome McCarthy na década de 60 que depois foi amplamente difundida por Kotler.

Parodiando o dito popular, a diversificação poderá ser o lobo travestido de cordeiro. Portanto, recomendo muito cuidado!

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Sacolas Plásticas, Ecologia ou Economia?

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Pense comigo: no conforto de seu lar quando você pede uma pizza, de quem é a responsabilidade da embalagem? A mesma coisa quando vai às compras no shopping, a cada loja que você consome, de uma peça de roupa a um note-book, de quem é a responsabilidade da embalagem? Então eu me pergunto: por que num supermercado seria diferente?

O mais natural é o lojista fornecer a embalagem para acondicionar aquilo que compramos em sua loja. Afinal ao fazer isto ele está garantindo que nós não desistamos da compra por falta de condições de levá-la para casa. É exatamente pelos mesmos motivos, que as lojas de eletrodomésticos além da embalagem oferecem o serviço de entrega. Do contrário, quem de nós compraria uma geladeira, um fogão ou uma máquina de lavar se tivéssemos, nós mesmos, que embalá-la, carregá-la, além de arrumar um carro adequado para o transporte?

Estas são soluções que fazem parte do produto/serviço e sem as quais a compra se torna provavelmente inviável ou no mínimo muito mais planejada. Cabe esclarecer que não são benefícios e seus custos já fazem parte do preço final.

Tenho certeza de que como todos nós, os supermercados e a Apas – Associação Paulista de Supermercados estão engajados em proteger o meio-ambiente, entretanto esta campanha pela descontinuidade das sacolas plásticas defendendo a causa ecológica não me parece nada nobre e sim uma manobra que visa economizar todo o custo de sua embalagem e que obviamente já estava computado no preço que pagamos, sem repassar absolutamente nenhum centavo desta economia ao preço final e ainda criar uma nova fonte de renda que advém da venda das sacolas retornáveis e das sacolas plásticas ecológicas.

Cada vez mais a preferência do consumidor é por marcas que abraçam causas nobres, como por exemplo a ecologia e a sustentabilidade. Entretanto o consumidor brasileiro somente aplaudirá esta campanha quando os supermercados e sua associação assumirem efetivamente a responsabilidade ecológica, investindo em embalagens que não agridam o meio ambiente, muito menos a inteligência e o bolso do consumidor.

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OPT-IN. Conhecendo ou não, certamente você concorda!

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Esta pequena sigla expressa o anseio de que nossa vontade seja sempre respeitada. Não suportamos mais a invasão de marcas não solicitadas, nem a interrupção fria dos scripts de telemarketing. Marcas inteligêntes, criam situações favoráveis e inspiradoras para que o consumidor se mova a aderi-las motivado pela criatividade, pertinência e relevância de sua manifestação. Isto é Opt-In. Não sou partidário das traduções ao pé da letra que normalmente empobrecem a idéia central, entretanto neste caso tenho a impressão que ela será esclarecedora. Sendo assim podemos dizer que o Opt-In é a “opção por entrar ou aderir a uma idéia, marca ou ação”. Certamente, e acho que infelizmente, você já ouviu – e muito – falar de spam, qua nada mais é do que o lado negro da força, fazendo uma paródia com o personagem Darth Vader no épico Star Wars. Os sites de compra coletiva desastrosamente se utilizam deste lado negro para impactar cada vez mais consumidores com suas ofertas imperdíveis, que a infinita maioria de nós, “OPTOU” por “perder” dado o mal uso, que degrada a ferramenta de e-mail marketing, repele o consumidor e depõe contra as marcas que ainda apostam nesta modalidade.
Bem, mas isto não ocorre somente no meio digital. Na semana passada fui surpreendido por uma correspondência em meu nome, de uma entidade que defende uma causa bastante nobre e humanitária. No envelope haviam cartões de natal que reproduziam pinturas feitas com a boca e com os pés de um grupo de pintores com deficiência física, um boleto bancário em meu nome, uma lâmina frente e verso com fotos dos pintores e um texto em letra cursiva supostamente escrito por uma das artistas. Tudo isto seria absolutamente maravilhoso se fosse uma ação opt-in, onde eu tivesse solicitado. Na realidade me senti recebendo um spam, só que pior, pois alí havia um passivo físico, já que para devolvê-los terei trabalho e custo. Certamente alí há pessoas interessantíssimas que dão exemplo de superação a toda prova e isto é nobre. Mas o consumidor de hoje está maduro e cada vez menos sobra espaço para ações ações invasivas e premeditadas onde o consumo se baseará na culpa para os menos esclarecidos.
Artigos Revista do Tatuapé, Digital Marketing, Marketing

Cartões Virtuais Corporativos de Natal e Ano Novo.

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Cartões Virtuais Corporativos de Natal e Ano Novo. Doutorlogotipo.

Aproveite o Natal e Reveilon para ativar seu CRM!

É inteligente aproveitar esta época do ano para ativar ou reativar o relacionamento com seus clients, prospects, providers, ex-clients e amigos. Uma maneira super viável e muito eficiente é investir em cartões virtuais corporativos. Se a idéia é ativar o CRM, então o ideal é trabalhar separadamente o Natal do Ano Novo, assim você tem logo de cara dois ótimos pretextos para abordar todos aqueles que lhe interessam neste dezembro e começar a garantir um 2012 super próspero. É isto mesmo, pessoas fazem negócios com pessoas que conhecem, portanto se fazer lembrar é o primeiro passo para permanecer lembrado. Investir num Cartão Corporativo Personalizado que carrega, não só uma mensagem sincera de Natal ou Ano Novo, mas uma infinidade de Valores tangíveis como sua Identidade Visual, sua própria marca, seu jeito de ser e fazer… é muito mais que inteligênte, é agradável e como falei incialmente, super viável por ser infinitamente mais barato do que ir para gráfica, ter que financiar os custos de postagem no correio, não ter certeza que irá chegar há tempo, além dos custos de criação. É isto mesmo, para quem se interessar, nós temos soluções simples e muito eficientes de CRM para este Natal, para este Reveilon e para tantas outras datas comemorativas e emocionais. Podemos desenvolver um plano de ação bem adequado às suas necessidades e bolso ou podemos desenvolvolver pontualmente o seu Cartão de Natal Corporativo e o de Ano Novo. Ainda estamos aceitando pedidos para este Natal e Reveilon.
Design Estratégico, Marketing

Metodista convida André Gomes para Palestrar

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Pela terceira vez fui convidado pela Universidade Metodista para palestrar. Desta vez foi a convite do Professor Éder para apresentar por EAD minha palestra “Marketing & o Novo Comportamento de Compra do Consumidor”, um apanhado sobre as mudanças no comportamento de compra decorrentes das novas gerações, da tecnologia que teve um marco no advento da internet 2.0 proporcionando a manifestação efetiva do usuário compartilhando informação de todo tipo, inclusive suas experiências com marcas e produtos. Você confere aqui a primeira parte da Palestra.

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Marketing X Sociologia X Tecnologia.

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Meu artigo publicado na Revista do Tatuapé/SP
Edição 62
Outubro/2011
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O que o marketing tem a ver com a sociologia e com a tecnologia? Tudo!

Como ideologia e ciência, o marketing tem por objeto a melhoria do relacionamento marca X cliente, adequando seus produtos e serviços às necessidades efetivas desse cliente. Portanto, é necessário entender o comportamento desse usuário, o que torna a missão bastante desafiadora nos dias de hoje.

Muito se ouve sobre geração X, Y e até Baby Boomers, na sede de buscar justificativas para o novo comportamento de compra da população. E isso tem certa validade, apesar de os grandes estudiosos das gerações, como William Strauss e Neil Howe, não indicarem o uso de uma letra para definir uma geração. A coisa realmente parece ser bem mais complexa, pois para termos um retrato fiel de uma geração, devemos observar e entender toda uma gama de impactos sofridos por essa geração, como cultura, costumes, política, economia, geografia e tecnologia. E por esse motivo, não me parece sensato nós, brasileiros, adotarmos os mesmos parâmetros, por exemplo, dos norte americanos ou dos europeus, pois os impactos que os definem não são os mesmos nossos.

Sendo assim, o problema me parece ser muito mais de so- ciologia do que de tecnologia. Prefiro apostar em modelos de gerações que tenham base e foco na população brasileira e na realidade de nosso País, como o defendido pelo estudioso em inovação Volney Faustini, que propõem um cenário com 5 divisões: Os nascidos entre 1910 e 1926, os nascidos entre 27 e 49, entre 50 e 67, entre 68 e 89 e os nascido de 1990 até os dias de hoje, sendo que as duas últimas gerações somadas compõem um contingente de 138 milhões de brasileiros de um total de 193 milhões, representando mais de 70% da população.

De maneira despretensiosa, este artigo tem o objetivo de mostrar a razão pela qual esse novo comportamento de compra chegou para ficar. É exatamente aqui que o marketing, a sociologia e a tecnologia se juntam, pois, na prática, 70% dos brasileiros pertencem às duas gerações mais jovens, que estatisticamente somam a maior parte dos nativos e imigrantes digitais, que por sua vez poderão ou não ser consumidores ávidos de sua marca, produto ou serviço. Só depende de sua estratégia!

 

Artigo mensal de marketing do publicitário André Gomes - Doutorlogotipo na Revista do Tatuapé

Print de meu artigo na Revista do Tatuapé Ed62 Outubro 2011

Revista onde o publicitário André Gomes mantém mensalmente seu artigo de marketing.

Print da capa da Revista do Tatuapé Ed62 Outubro 2011

Artigos Revista do Tatuapé

Timeless Society.

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Meu artigo publicado na Revista do Tatuapé/SP
Edição 61
Setembro/2011
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Peter Drucker, o pai da administração moderna dizia: “Quem não é capaz de administrar o seu tempo não é capaz de administrar nada.” Se há 60 anos isto já tinha reflexo direto no sucesso ou fracasso de um profissional, de sua carreira ou da empresa onde trabalhava, fico imaginando nos dias de hoje, onde passamos a maior parte do tempo aparentemente  sufocados por uma avalanche de informações, das mais diversas e variadas formas.

Em 2001 o código do consumidor ia para o seu sétimo aniversário, as empresas e marcas mais conscientes já não se satisfaziam em dividir o cliente com concorrentes, a internet entrava no seu sexto ano de vida passando a oferecer de fato, novos horizontes para a comunicação humana e empresarial, o que logo culminaria na internet “dois ponto zero”. De lá para cá a tecnologia vem a passos largos nos proporcionando o conceito de multi-plataformas multi-conectadas, ou seja, temos o mundo dentro de nossos celulares, tablets, note-books, web tvs, desktops… e tudo ao mesmo tempo.

Esta realidade veio para ficar e não há como retroceder. Entretanto, há ao mesmo tempo um sutil mas gigantesco efeito colateral para cada um de nós pessoalmente: a absoluta escassez de tempo, o que chamamos de Timeless Society. Veja por você nesta última semana por exemplo, quantas escolhas você precisou fazer e quase nenhuma delas foi pela quantidade de dinheiro envolvida e sim pelo tempo que você pôde ou não dedicar a ela.

Neste contexto, o fator Tempo passou a ser a mais valiosa das moedas, certamente mais valorosa do que o dinheiro que você tem no bolso independente da quantia, exatamente por não ser um recurso renovável. Desde então, as empresas, negócios e marcas têm realmente que aprender a conviver com a idéia de que tudo concorre com tudo. Para elas, administrar bem o suas horas, minutos e segundos é realmente uma questão de sobrevivência, nesta guerra contra o tempo buscando conseguir atrair e reter a atenção do consumidor. Drucker estava certo.

Agora preciso ir! Até a próxima.

 

Artigo mensal de marketing do publicitário André Gomes - Doutorlogotipo na Revista do Tatuapé

Print de meu artigo na Revista do Tatuapé Ed61 Setembro 2011

Revista onde o publicitário André Gomes - Doutorlogotipo mantém seu artigo mensal de marketing.

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Artigos Revista do Tatuapé

Faça o que eu digo, não faça o que eu faço.

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Meu artigo publicado na Revista do Tatuapé/SP
Edição 60
Agosto/2011
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Encontrar o seu contador, o seu advogado, o seu médico ou o seu terapeuta em redes como Facebook, Orkut ou Twitter é bastante natural hoje em dia, sobretudo no Brasil que segundo muitos o país do futebol, das novelas e do carnaval merece sim receber um up-grade e ser também conhecido como o país das redes sociais, já que depois de sua terra natal o Twitter parece ser verde e amarelo contabilizando o maior número de usuários depois dos EUA e o nosso contingente de visitantes únicos do Facebook beira os 18 milhões com ampla tendência ao crescimento.

 

A presença nas redes sociais é um fenômeno mundial que encontra terreno fértil para os profissionais que pretendem construir seu nome, sua carreira, sua marca neste ambiente que pode por exemplo funcionar como ferramenta para estreitar relações com seus clientes/pacientes. Entretanto é necessário prudência.

 

Imagine que numa destas redes você encontre o perfil de seu médico pneumologista e ao visitar seus álbuns encontre fotos dele com cigarro na boca e um copo de whisky na mão. Qual seria sua reação? Ou ainda um vídeo de seu advogado num momento de descontração com amigos durante uma partida do seu time falando palavrão e fumando um cigarro aparentemente duvidoso?

 

Não tenho absolutamente nada contra os hábitos pessoais de cada um, mas é natural que a população espere do profissional uma postura pessoal idônea e condizente. Sendo assim minha indicação é que o profissional deva dar uso profissional às redes sociais, tendo absoluto cuidado para somente publicar aquilo que agregará valor pessoal, humano e profissional à sua carreira, à seu nome e à sua marca, tendo consciência de que o mal uso destas redes poderá prejudicar definitivamente sua imagem profissional. Neste universo complexo indico ainda que mantenha controle sobre o que publicam de você, pois num mundo onde a imagem profissional vale tanto quanto sua competência, o provérbio do título perde definitivamente seu sentido.

 

Artigo mensal de marketing de André Gomes - Doutorlogotipo na Revista do Tatuapé

Print de meu artigo na Revista do Tatuapé Ed60 Agosto 2011

Revista onde o Publicitário André Gomes - Doutorlogotipo mantém mensalmente seu artigo de marketing.

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Artigos Revista do Tatuapé

E-mail Marketing é Spam?

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Meu artigo publicado na Revista do Tatuapé/SP
Edição 59
Julho/2011
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Desde sempre as pessoas se comunicam por cartas. Ainda adolescente lembro de ter recebido da ótica onde era cliente, uma cartinha pelo correio me parabenizando por meu aniversário, o que me fez ficar realmente satisfeito e orgulhoso por ter sido reconhecido como indivíduo com status de cliente preferencial. As empresas e marcas que acordaram para a possibilidade de estabelecer um relacionamento acima dos aspectos comerciais, conseguiram criar um vínculo emocional com seus usuários através de cartinhas como esta que popularmente ficaram conhecidas como mala-direta.

Anos se passaram, o ser humano permanece com sua intrínseca necessidade de reconhecimento e o que mudou neste processo é a forma destas malas-diretas que deixaram de ser físicas em sua maioria, e assumiram o modelo digital, hoje conhecido como “E-mail Marketing.”

Em tempos de multi-plataformas multi-conectadas, o E-mail Mkt encontra terreno fértil nas estratégias de relacionamento e divulgação das empresas e marcas, entretanto parece que esta evolução trouxe um efeito colateral, no mínimo inconveniente a todos nós, o SPAM que é a sigla que caracteriza essencialmente o email indesejado e que dentre seus possíveis significados literais eu prefiro o “Sending and Posting Advertisement in Mass” (enviando e postando propaganda em massa).

Neste ponto cabe esclarecer que ações de E-mail Mkt são muito úteis e eficazes numa estratégia de marketing ou comunicação e que nem toda ação de E-mail Mkt é Spam. Na realidade o que irá diferenciar será o uso ou não das “Boas Maneiras de Envio de E-mail” e da “Autoregulamentação de E-mail” ambas disponíveis no site da ABEMD.

Se você pretende estabelecer uma estratégia eficiente de relacionamento – CRM com seus clientes, a primeira coisa a fazer é começar já a cadastrar os seus e-mails com bastante eficiência e pedir a eles que autorize o envio de material seu via e-mail, bem como lançamentos e novidades. Ao longo do tempo quanto mais informações você conseguir de cada um de seus clientes, melhor será a implantação de filtros, gerando uma segmentação inteligente para uma comunicação ainda mais eficaz. A escolha de uma ferramenta apropriada para envio de e-mail mkt será o próximo passo. Ela deve contemplar funcionalidades como Opt-In e Opt-Out que darão ao destinatário a possibilidade dele se descadastrar ou se cadastrar naquela lista conforme sua vontade. Lembre-se de contratar uma agência ou um profissional da área para criar peças inteligentes e visualmente interessantes, para realmente atrair e reter o usuário, e por último use o bom senso para encontrar a frequência ideal de envio para seus usuários. Lembre-se, “menos é mais”.

Artigo mensal de marketing de André Gomes - Doutorlogotipo na Revista do Tatuapé

Print de meu artigo na Revista do Tatuapé Ed59 Julho 2011

Revista onde o publicitário André Gomes - Doutorlogotipo mantém artigo mensal de marketing.

Print da capa da Revista do Tatuapé Ed59 Julho 2011

 

Artigos Revista do Tatuapé

Endomarketing. A arte de tornar razoável.

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Meu artigo publicado na Revista do Tatuapé/SP
Edição 58
Junho/2011
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Você já conseguiu disseminar uma idéia plenamente antes de entendê-la? Sua essência, suas particularidades, sua razão? Pois é, eu confesso que não consigo!

Se você é empresário ou ocupa um cargo de liderança ou administração, pode imaginar a dificuldade de seus funcionários em entender plenamente os produtos e serviços que sua empresa entrega. Imagine então o grau de dificuldade em tornar claro e natural para a equipe elementos muitas vezes abstratos, como por exemplo os conceitos e valores da marca ou a própria missão da empresa.

Como eu e você, sua equipe somente conseguirá disseminar naturalmente todos estes valores depois que os mesmos navegarem pela razão de cada um. E aqui abro um parenteses para restringir o significado da palavra “razoável” empregada no título deste artigo, como sendo “conforme a razão, dentro da razão” ou seja, “se fazer entender pela razão”.

O Endomarketing é o agente fundamental que agregado às tecnologias de RH fomenta o entendimento razoável da marca e dos 4 p´s de Marketing – Produto, Preço, Promoção e PDV por toda a equipe, transformando-a em multiplicadores diretos e indiretos. Pode ser entendido como uma espécie de importante, e porque não dizer fundamental alavanca para impulsionar o crescimento de uma marca e seus resultados, inclusive os financeiros.

O olhar de Marketing entende que todo negócio tem no mínimo dois tipos de clientes, os que chamamos de Clientes Externos, justamente por serem aqueles que consomem ou podem vir a consumir determinada marca ou produto. E os que chamamos Clientes Internos, ou aqueles que fazem parte da estrutura necessária para produzir, vender e entregar aos primeiros. A faceta do marketing que cuida dos clientes internos é chamada de Endomarketing que na acepção da palavra pode ser entendido como “Marketing para Dentro” ou “Marketing Interno”.

Uma verdadeira orquestra, onde cada instrumento, cada membro da equipe, cada pausa e cada nota tocada fazem a total diferença para emocionar o público, que conduzido pela competência do maestro, pode ou não se fidelizar a sua marca.

Artigo mensal de marketing de André Gomes - Doutorlogotipo na Revista do Tatuapé

Print de meu artigo na Revista do Tatuapé Ed57 Junho 2011

Artigo mensal de marketing de André Gomes - Doutorlogotip na Revista do Tatuapé

Print da capa da Revista do Tatuapé Ed 58 Junho 2011

 

Artigos Revista do Tatuapé

Mil palavras valem mais que uma imagem.

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Meu artigo publicado na Revista do Tatuapé/SP
Edição 57
Maio/2011
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Certamente você não foi o único a estranhar o título deste artigo e na realidade não quero ser o contraponto da sábia expressão que diz exatamente o inverso, mas posso afirmar que dentro deste aparente antagonismo há verdade nas duas expressões. É quase como afirmar que são faces opostas da mesma moeda.

Se por um lado a imagem se faz fundamental como elemento construtor dos conceitos e valores de uma marca na cabeça do usuário, moldando suas expectativas e gerando empatia para consumo, por outro as palavras nunca tiveram tamanha importância dentro da cadeia de valores digitais onde o Google lidera soberano.

Para o Google o seu website, sua marca ou seu blog são um emaranhado de palavras avaliadas e interpretadas uma a uma automaticamente por seu algoritmo que calcula e determina em qual posição ele deve aparecer nas buscas feitas por internautas. Em tempos assim, não é de se estranhar que um dos atributos mais importantes para um website, além de tecnologia, conceito e design, seja sua capacidade de indexação, que determinará se ele será ou não percebido pelo Google e em que posição. Websites que abusam de tecnologias como Flash e Javascript normalmente apresentam problemas de indexação, o que não costuma acontecer com o uso de Html, Asp, Php e Css.

Cabe dizer que não se trata meramente de quantidade de palavras, aliás o exagero e redundância além de não soarem bem ao leitor, podem ser punidos pelo Google que conta com diversas ferramentas de detecção.

Na realidade são muitos os fatores que influenciam a qualidade de uma busca web, entretanto há dois deles que merecem comentário aqui. São eles o critério da “relevância” onde o conteúdo de seu site é investigado e classificado em função de sua relevância e o critério da “pertinência” onde verifica-se a coerência do propósito de seu site com a palavra buscada.

Marketing, tecnologia e informação. A convergência de vários conhecimentos para que sua marca faça realmente a diferença.

Artigo mensal de Marketing André Gomes - Doutorlogotipo

Print de meu artigo na Revista do Tatuapé Ed57 Maio 2011

Artigo mensal de marketing de André Gomes - Doutorlogotipo na Revista do Tatuapé

Print da capa da Revista do Tatuapé Ed57 Maio 2011

 

Artigos Revista do Tatuapé

O papel dos concorrentes.

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Meu artigo publicado na Revista do Tatuapé/SP
Edição 56
Abril/2011
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Conhecer a concorrência é tão importante quanto conhecer o seu produto.

Certo dia, fui procurado por um empresário que buscava ajuda profissional na estratégia de valor de sua marca. Ele falou de sua preocupação com os negócios, afirmando que já não tinha tanta clareza em relação à aceitação de seus produtos pelo público, bombardeado por uma gama de concorrentes.

Sua colocação logo suscitou em mim o questionamento cha- ve: quais os benefícios que sua marca e produtos se propõem a entregar e efetivamente entregam? Depois de ele elencar uma pequena relação, perguntei: ‘e a concorrência se propõe a en- tregar o que exatamente?’

Em marketing, cada coisa tem o seu lugar. Então, de forma pragmática, nesse caso, devemos relacionar e qualificar os pro- dutos concorrentes, um a um. Indico que faça uma lista dos prin- cipais para testá-los, pois experiências com marcas concorren- tes nos ajudam no mapeamento do mercado onde atuamos. Em seguida devemos calçar os sapatos do cliente para entender o que realmente é valor ou não para ele. Podemos facilitar nosso trabalho utilizando a Matriz de Hierarquia de Valor para destrincharmos os reais atributos e valores de nosso produto e os da concorrência, num comparativo fundamental que garantirá um pensamento claro e real sobre a situação.

Vamos pegar um telefone celular como exemplo. Seu atribu- to central é a comunicação remota. Seu atributo básico é fazer e receber ligações através de uma rede de telefonia. O benefício ou atributo esperado pelo consumidor atualmente é ser um apa- relho leve, compacto, com uma agenda de contatos e uma câ- mera fotográfica. Seu benefício ampliado é ter acesso à internet 3G e tocar MP3. Por último, podemos dizer que seu benefício potencial é ter acesso às redes sociais, receber e enviar e-mails, possuir tecnologia Bluetooth e Wifi, além de GPS integrado.

Somente usando as tecnologias de marketing disponíveis, temos condição de manter continuamente nossa clareza es- tratégica em relação à nossa marca, nossos produtos, concor- rência e o mercado que impõe um ritmo cada vez maior na tomada de decisões.

 

André Gome - Doutorlogotipo

Print de meu artigo na Revista do Tatuapé Ed56 Abril 2011

Artigo mensal de marketing de André Gomes - Doutorlogotipo

Print da capa da Revista do Tatuapé Ed 56 Abril 2011

Artigos Revista do Tatuapé

Marketing & Turn-over.

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Meu artigo publicado na Revista do Tatuapé/SP
Edição 55
Março/2011
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Que a rotatividade de funcionários atrapalha, todos sabem. Entretanto, no último ano, tenho presenciado a patente di- ficuldade que pequenos e médios empresários, muitos deles meus clientes, vêm enfrentando para atrair e reter profissio- nais em suas empresas.

Segundo o Dieese, a taxa de rotatividade vem crescendo no País e os dados chegam a ser alarmantes: os desligamentos com menos de seis meses superaram 40% do total dos vín- culos desligados em cada ano. Cerca de metade destes des- ligamentos não atingiram três meses de duração; 2/3 sequer atingiram um ano de trabalho e 76%, aproximadamente, não completaram dois anos.

Para os pequenos empresários é um desafio ainda maior, pelo fato de historicamente manterem uma estrutura hori- zontalizada, não havendo um quadro de funcionários e uma hierarquia que consiga absorver a falta, ainda que temporá- ria, de parte da equipe.

Na maioria das vezes o próprio empreendedor, para suprir a falta, tende a colocar a mão na massa, gerando um efeito colateral desastroso, sobretudo aos objetivos estratégicos de marketing. O empreendedor, ao executar trabalhos de ordem operacional, instantaneamente vira as costas para o âmbito “gerencial” e “estratégico” e conduz a própria empresa a um destino duvidoso.

É uma espécie de auto-sabotagem inconsciente, que inver- te o mecanismo inteligente da estratégia e impede a conti- nuidade sistemática de ações previamente planejadas, que visam construir um futuro melhor. É como se o motorista fos- se arrumar o porta-luvas com o carro em movimento e esque- cesse de dirigi-lo.

Portanto, se você é empresário lembre-se de trabalhar a empresa e não na empresa.

 

Artigo André Gomes

Print de meu artigo na Revista do Tatuapé Ed55 Março 2011

André Gomes - Doutorlogotipo

Print da capa da Revista do Tatuapé Ed55 Março 2011

Artigos Revista do Tatuapé

O ano para quem quer se estruturar.

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Meu artigo publicado na Revista do Tatuapé/SP
Edição 54
Fevereiro/2011
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2011 promete ser bom para quem souber usar as novas tecnologias.

Toda vez que uma nação aprende a conjugar o verbo “acre- ditar” há o reflexo direto em todos os campos da economia. O ano de 2011 se inicia dentro deste panorama, repleto de oportunidades.

O mês de janeiro rendeu procura recorde pelos serviços de meu escritório, fato que denota a maturidade do empreende- dor que, ao longo do tempo, tem se conscientizado da impor- tância de um planejamento estruturado de marketing para o sucesso de seu negócio.

É prazeroso perceber que o propósito de nossos empreen- dedores vem mudando para “quero fazer a diferença”, sendo esse o único caminho válido para se obter sucesso nos dias de hoje, embora a gestão para materialização dele – propósito – esteja cada vez mais complexa e desafiadora.

Se de um lado o empreendedor dá sinal de maturidade, de outro o consumidor nunca esteve tão exigente e socialmente integrado, alterando irreversivelmente os hábitos de compra pelo emergente acesso e uso da tecnologia através das “mul- tiplataformas multiconectadas” e, sobretudo, por assumir di- versos papéis com diferentes necessidades dependendo da micro-ocasião: pai, marido, profissional, filho, amigo etc.

No mundo, o Brasil está na moda e nossa economia se mantém aquecida. Entretanto, o ano de 2011 só será um pra- to cheio para as marcas – novas ou tradicionais – que man- tiverem clareza de propósitos e gestão de valor (e só se cria valor com benefício tangível, seja ele físico ou emocional, a chamada “web social presence” ou seja, a presença sadia nas “multiplataformas” a que me referi) e, sobretudo, enfrentarem o maior desafio que é o de entender, agir e interagir com essa multiplicidade de papéis.

 

Print de meu artigo na Revista do Tatuapé Ed 54 Janeiro 2011

Print da capa da Revista do Tatuapé Ed54 Janeiro 2011

Artigos Revista do Tatuapé

O ‘longo caminho curto’ e o ‘curto caminho longo’

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Meu artigo publicado na Revista do Tatuapé/SP
Edição 53
Dezembro/2010
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A importância das estratégias de marketing.

Há algum tempo, tive meu primeiro contato com a frase do título durante um seminário de empreendedorismo da ONU e me iden- tifiquei imediatamente, passando a adotá-la em minha conduta.

Sua relevância está no reconhecimento de duas posturas bá- sicas ao empreender: a ocidental e a oriental. Esta última é dada ao planejamento, ao método, enquanto a ocidental está habitu- ada ao calor dos impulsos. A coisa é mais ou menos assim: se no dia de hoje um ocidental no Brasil e um oriental, por exemplo no Japão, têm a ideia de abrir um negócio, o brasileiro no primeiro mês, está com o mobiliário comprado, o imóvel alugado, conta- dor contratado, papelada em trâmite na junta comercial e, quem sabe, até o(s) funcionário(s) contratados. Na sequência, abre as portas e passa os 11 meses seguintes tentando fazer dar certo.

Enquanto isso, no Japão, o oriental faz um planejamento es- truturado de seu empreendimento percorrendo profundamente diversos aspectos do negócio, seu mercado, concorrência, indo visitar possíveis fornecedores e compradores, identificando a melhor localização para suas instalações, a melhor maneira de entregar o produto ao mercado, a definição da marca ideal, seus atributos e valores, os estudos de marketing e comunicação e co- nhecendo melhor os aspectos jurídicos, técnicos e produtivos. Essa fase de planejamento dura os primeiros 11 meses e no 12o ele inaugura, já com boa parte de sua produção vendida e uma ótima expectativa de crescimento no curto, médio e longo prazo. É tan- gível que ele percorreu um “longo caminho curto” para o sucesso de seu negócio e que o ocidental o “curto caminho longo”, o que já de imediato diminui, e muito, as chances de sucesso.

E você pode me perguntar: “Mas o que isso tem a ver com marketing?” E eu digo, absolutamente tudo! Marketing é plane- jamento, é estudo, entendimento, detalhamento de condutas e ações, definição de estratégias e cronograma de ação.

O sucesso de seu negócio decorre de um bom planejamento. Então, que tal iniciar 2011 investindo em um?

Print do meu artigo na Revista do Tatuapé Ed53 Dezembro 2010

Print da capa Revista do Tatuapé Ed53 Dezembro 2010

Artigos Revista do Tatuapé

As vendas de Natal já não são as mesmas. Será?

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Meu artigo publicado na Revista do Tatuapé/SP
Edição 52
Novembro/2010
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Embora estejam otimistas, empresários ainda se assustam com o novo jeito de comprar das pessoas.

Cada vez mais tenho ouvido afirmações como a que dá título a este texto, na maioria das vezes em tom de reclamações veladas, vindas de comerciantes, donos de marcas interessantes e empre- sários que me procuram em busca de uma resposta ou solução.

O paradoxo é que enquanto isto, neste final de ano, a tendên- cia é de crescimento 12,2% em relação ao Natal de 2009, indican- do que o consumidor tem a mais 11,4 bilhões de reais para serem gastos. Até dezembro, deverão ser injetados 106,8 bilhões de reais em nossa economia advindos do pagamento do 13o salário e da maior oferta de crédito ao consumidor. Economistas afirmam que o ambiente favorece o aumento do consumo e, segundo pesquisa mensal feita pelo Ibope Inteligência em parceria com a Confede- ração Nacional de Indústria, o brasileiro nunca esteve tão otimista.

Se a economia dá indícios de que talvez este seja o melhor Natal da década, então por que empresários têm repetido a frase inicial? Na realidade, há um outro fator nesta equação: o “Novo Comportamento de Compra do Consumidor Brasileiro”, que, sem dúvida, gera toda essa insegurança. Ao olharmos pela lente de “marketing” se faz necessário primeiramente entender como é este novo comportamento de consumo e o que ele impõe à sua marca.

A internet virou a maior das mídias e o consumidor, o maior dos formadores de opinião sobre experiências de compra e marcas. Eles estão presentes nas redes sociais, seguem e são seguidos por milhares no twitter, muitos têm blogs e estão sempre dispostos a escrever sobre suas experiências de compra, indicar ou não esta- belecimentos, marcas e produtos e, acima de tudo, antes de com- prarem, pesquisar a experiência que os outros tiveram com mar- cas, produtos e estabelecimentos. Se você é um dos que sente que suas vendas já não são as mesmas, minha indicação é que através de um pensamento ordenado de marketing você responda a es- tas questões: “O que devo fazer para continuar tendo os mesmos resultados de antigamente, no Natal ou em qualquer outra épo- ca? Como devo abordar meus clientes hoje? Onde minha marca deve estar presente? Que ferramentas devo usar para divulgar?

Desejo a você “Boas Vendas” ainda neste Natal e Boas festas!

Meu artigo na Revista do Tatuapé Ed52 Novembro 2010

Print da capa Revista do Tatuapé Ed52

Artigos Revista do Tatuapé

De influenciados à influenciadores.

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Meu artigo publicado na Revista do Tatuapé/SP
Edição 51
Outubro/2010
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Não aceitamos mais receber sem interferir!

Sempre sofremos a influência da televisão, rádio, jornais e revistas, porém nossa relação com a mídia nos últimos tempos tem sofrido uma mudança significativa desde o advento da internet que com sua evolução 2.0 nos proporciona ferramentas de manifestação individual, democrática e irrestrita jamais vistas. Google, Blogs corporativos e pessoais, o microblog Twitter, as Redes Sociais como Facebook, Orkut, Youtube, Linked In, Vímeo, Flickr e outras, as Ferramentas CMS, abreviação em inglês de “Content Manager System” ou sistema de gerenciamento de conteúdo como WordPress e Joomla vieram realmente para ficar e despontam em sua popularidade impondo uma mudança completa no comportamento da sociedade que repercute diretamente nas relações de consumo. Hoje escrevemos mais do que falamos e não suportamos mais receber informação sem interferir, queremos realmente manifestar nossa opinião e cada vez mais somos ouvidos, lidos e assistidos. Passamos assim a influenciar, formar opinião, compartilhar experiências, produzir conteúdos, colaborar, interagir, se engajar, transformando a internet na mais democrática das mídias.

Esta é a realidade dos dias de hoje, para a tranquilidade de algumas marcas e o desespero de outras. Há bem pouco tempo, o músico norte-americano Dave Carroll publicou no Youtube um inteligente vídeo-clip contando ao mundo sua indignação com a United Airlines que quebrou um de seus violões numa viagem com a banda e jamais reembolsou o músico que pleiteava apenas o valor do instrumento. Este vídeo entitulado “United Breaks Guitars” ou “United quebra violões” foi visto mais de 9 milhões de vezes causando problemas irreparáveis à reputação da marca da compania aérea americana, que para apagar o incêndio ofereceu uma grande quantia para que o músico tirasse o vídeo do ar. Há boatos que a concorrência tenha oferecido ainda mais para mantê-lo.

Histórias assim são cada vez mais comuns e podem ocorrer com você, com sua marca, produto ou serviço. Ainda são poucas as empresas e marcas que acordaram para esta  nova realidade que pode ficar mais ou menos complexa proporcionalmente ao tamanho do negócio, mas que tem sua causa normalmente na “surdez” corporativa no atendimento à clientes.

Print do meu artigo na Revista do Tatuapé Ed51 Outubro 2010

Print da capa Ed51 da Revista do Tatuapé

Artigos Revista do Tatuapé

A importância do PDV na hora da venda.

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Meu artigo publicado na Revista do Tatuapé/SP
Edição 50
Setembro/2010
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Algumas estratégias para adequar o PDV ao novo perfil de consumo da sociedade.

Loja bonita e inteligente vende. Loja feia nem tanto. Não que- ro com essa afirmação caminhar pelo gosto pessoal, discutindo o que é beleza e o que não é. Minha proposição caminha pela técnica e expertise de marketing, em mostrar a importância cada vez maior do PDV proativo na estratégia de marketing e nos resul- tados de um negócio. Hoje, o PDV é responsável por proporcionar experiências agradáveis ao usuário, retendo-o por mais tempo na loja. O novo consumidor é cada vez mais atento a apelos atrativos e se mostra disposto a pagar mais por produtos e serviços com valor tangível indiscutível.

Só que para isto, é necessário assumir a estratégia de tornar o PDV adequado ao novo perfil de consumo, criando uma “atmos- fera de compra” na qual design, arquitetura, merchandising, em- balagem, atendimento, identidade visual, promessa de marca, incentivos de venda e compra são itens indispensáveis, dentre os quais o merchandising é a ferramenta chave . Seu objetivo é dar ao consumidor a chance de comprar a partir da exposição/ apresentação planejada e de destaque no PDV. Recentemente, o Instituto IbopeMídia realizou pesquisa que indica o nível de sensibilidade do consumidor ao PDV na decisão de compra em seguimentos do varejo: vestuário 38%, alimentos 36%, celulares 35%, tv-som-vídeo 34%, produtos para casa 32%, higiene pessoal 30%, automóveis 25%, farmácia 23% e 15% em bebidas. Outro estudo, realizado pelo Popai Brasil, revelou que o tempo de per- manência do consumidor em shoppings está caindo. Em 1983, era de 90 minutos, hoje é de 63. A própria entidade indica que o varejo invista em ambientes envolventes e não priorize ações baseadas na guerra de preços.

Na realidade, estamos falando de competência. Competência para se destacar aos olhos do consumidor; para atrair este consu- midor ao interior da loja; para entender suas necessidades e lhe mostrar soluções; para apresentar a ele outros produtos e aumen- tar, assim, o ticket médio; para converter aquela visita em compra; e criar um vínculo emocional com a marca, abrindo caminho ao relacionamento e à fidelização.

Meu artigo na Revista do Tatuapé Ed50 Setembro 2010

Print da Capa Ed50 Revista do Tatuapé

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